Logo do Bar PirajáPirajá - Esquina carioca



O reduto oficial da petiscaria.

Onde nasce e renasce o melhor da comida de botequim.

Foto artística

Foi em Carnaval no Fogo, de 2003, que Ruy Castro escreveu: "Se você me perguntar, eu tombaria direto tudo que o carioca chama, gostosa e orgulhosamente, de baixa gastronomia". Assim, o genial escritor e jornalista se referiu às cabritadas, bolinhos de aipim, iscas de fígado e tudo aquilo que deixa a gente mais feliz entre um chopp e outro.

Outro carioca da gema, cuja identidade não pode ser revelada, já falou certa vez: "O Pirajá é o melhor botequim carioca do Brasil!" Para quem não sabe, o Pirajá fica em São Paulo, digamos, o avesso do Rio de Janeiro. Se depender dos petiscos, a carioca (ops, revelei o sexo) tem toda a razão.

O prazer de degustar uma rã, um cabrito à passarinho ou um bolinho de jiló são dessas coisas difíceis de descrever. Mais difícil ainda é encontrar uma rã, um cabrito e um bolinho de jiló bem feitos, no mesmo bar, prontinhos para serem devorados. No Pirajá, tem. Assim como os crocantes por fora e macios por dentro bolinhos de abóbora com carne-seca, síntese de um prato clássico da baixa gastronomia carioca. Os tira-gostos de balcão são de enlouquecer. Para evitar constrangimento, só o garçom põe a colher.

Cariocas que nos desculpem, mas quando se fala em botequim carioca, estamos com a sambista (ih, entreguei a profissão): o melhor botequim carioca do Brasil fica em São Paulo, logo ali, em plena Brigadeiro Faria Lima. E é melhor ir parando por aqui antes que a madrinha tenha que contratar seguranças para andar pelas ruas do Rio.


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